02/03/2026 | SÃO PAULO/SP – Desde ontem, 1º de março, todas os bloqueios (catracas) de 12 estações de trens metropolitanos passam a contar com a possibilidade de pagamento com cartão de crédito ou débito por aproximação.
Em quatro delas, a funcionalidade foi implantada pela primeira vez. Nas outras oito, o serviço, que antes estava disponível de forma parcial, passa a cobrir todos os acessos. Ao todo, 146 bloqueios passam a contar com a habilitação da tecnologia
As estações incluídas nesta etapa foram Francisco Morato, Mauá, Guaianases e Corinthians-Itaquera, que passam a aceitar o pagamento por aproximação em todos os seus bloqueios. Já as estações Aeroporto-Guarulhos, Palmeiras-Barra Funda, Ipiranga, Tatuapé, Granja Julieta, João Dias, Osasco e Brás ampliam a oferta para 100% dos acessos de pagamento por aproximação (EMV).
A operação dos bloqueios ocorre dentro do horário normal de funcionamento das estações. Para orientar os passageiros, serão instalados dois totens de apoio e aplicados mais de 580 adesivos de sinalização nos equipamentos. Como parte da comunicação ao usuário, a CPTM exibirá vídeos explicativos nas TVs das estações e divulgará mensagens sonoras no sistema de áudio das 12 unidades contempladas.
Modelo já preparado para ampliação – De acordo com nota da Autopass, os bloqueios em que foram implantados a tecnologia por aproximação continuam aceitando normalmente cartão TOP, QR Code e Bilhete Único, permitindo ao passageiro escolher o meio de pagamento mais conveniente. A solução é compatível com as principais bandeiras do mercado, como Elo, Mastercard e Visa.
“A Autopass estruturou sua plataforma para que a unificação dos meios de pagamento seja uma realidade no sistema metroferroviário. Hoje, a tecnologia já está em operação e validada em ambiente real, o que nos permite avançar de forma escalável e sem rupturas. O próximo passo é institucional: o rollout depende das diretrizes do poder concedente e das entidades gestoras. Do nosso lado, a infraestrutura já está pronta para sustentar um novo padrão de acesso ao transporte público, mais integrado ao sistema financeiro e mais eficiente para usuários e operadores”, afirma Bruno Berezin, CEO da Autopass.
Eficiência operacional e experiência do usuário – Além de ampliar as opções de pagamento, o modelo unificado contribui para a segurança do usuário e a redução de custos operacionais ao eliminar a necessidade de estruturas dedicadas para cada meio de acesso. Essa racionalização permite direcionar recursos para novos investimentos em inovação e na melhoria contínua da experiência do passageiro, com jornadas mais rápidas, digitais e integradas ao sistema financeiro.A iniciativa está alinhada às discussões conduzidas com a ABASP sobre modernização, interoperabilidade e evolução dos sistemas de mobilidade urbana.
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